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quarta-feira, 10 de outubro de 2012

'Mais boazinha', Receita pela 1 vez vai avisar sobre erro antes de multar.


Foco são entidades autodeclaradas isentas, setor de bebidas e empresas do sistema de lucro presumido.

Governo tentará reaver até R$ 3,1 bilhões em tributos não pagos; arrecadação está
em queda neste ano.

Em meio à queda da arre­cadação tributária como re­sultado da fraca  atividade econômica, a Receita Federal vai promover três ações para tentar reaver até R$ 3,1 bi­lhões em tributos não pagos por supostos erros.

O órgão mandará avisos para empresas e entidades pedindo informações ou a re­visão de suas declarações.

"É a primeira vez que a Re­ceita comunica antes de ini­ciar a fiscalização. Está mais boazinha", disse o coordena‑
dor-geral de fiscalização da Receita, Iágaro Martins.

Na maior das ações, serão enviadas 2.091 cartas a enti­dades autodeclaradas isen­tas de contribuições previ­denciárias.

São casos de hos­pitais, universidades e ONGs cujas habilitações não foram localizados pelos ministérios de Educação, Saúde ou De­senvolvimento Social.

Elas deixaram de pagar R$ 2,8 bilhões de 2010 a 2011.

Outra ação, focada no se­tor de bebidas, pode recupe­rar R$ 200 milhões.

Foi detec­tada inconsistência nos da­dos de 23 empresas acompa­nhadas pelo sistema que se­gue o setor em tempo real.

A terceira ação mirou de­clarações de 105 empresas fornecedoras do governo fe­deral, com R$ 100 milhões de tributos não pagos.

A correção deve ser feita no site da Receita até novembro. Quem não se regularizar será fisca­lizado a partir de dezembro e poderá ser multado.

Em maio, o órgão fez uma ação-piloto, com avisos para 4.000 empresas do sistema de lucro presumido.

A Recei­ta identificou R$ 922 milhões de tributos não pagos. Do to­tal, 15% corrigiram os dados e pagaram R$ 122 milhões.

Fonte: Folha de S.Paulo.

terça-feira, 9 de outubro de 2012

Receita Federal vai avisar empresa de erro no IR antes de aplicar multa.

A Receita Federal anunciou nesta segunda-feira ações para tentar recuperar impostos que não foram recolhidos, aparentemente por erros na declaração.

O órgão vai mandar avisos para empresas e entidades solicitando informações adicionais ou sugerindo que elas revisem suas declarações.

Haverá três ações dentro do chamado Programa Alerta, com potencial de recuperar até R$ 3,1 bilhão de impostos, segundo a Receita.

"Essa é a primeira vez que a Receita comunica antes de iniciar um processo de fiscalização. Ou seja, a fiscalização está ficando mais boazinha", disse o coordenador geral de fiscalização da Receita, Iágaro Jung Martins.

Na maior das ações, o órgão enviará cartas para 2.091 entidades que se declararam isentas de contribuições previdenciárias cobrando o certificado que autoriza essas instituições a não pagarem o imposto.

Essas 2.091 entidades deixaram de pagar R$ 2,8 bilhões em contribuições previdenciárias entre 2010 e 2011.

São casos de hospitais, universidades, ONGs e instituições de assistência social cujas habilitações não foram localizados pelos órgãos responsáveis pela certificação -- ministérios do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da Saúde e da Educação. Martins reconhece que pode ter havido algum erro no banco de dados do ministério. Segundo ele, as entidades que tiverem o certificado devem apresentar o documento original e uma cópia em uma agência da Receita Federal.

As instituições que não tiverem o certificado podem corrigir sua declaração na internet. Outra ação focada no setor de bebidas tem potencial de recuperar R$ 200 milhões. A Receita detectou inconsistência nos impostos recolhidos de 23 empresas de bebidas que são acompanhadas pelo Sicobe, um sistema especial de controle fiscal que segue em tempo real a produção de cerca de 200 empresas do setor.

A terceira ação detectou possíveis erros nas declarações de 105 empresas fornecedoras do governo federal. Um cruzamento entre essas declarações e os dados do Siafi (Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal) indicam uma diferença de R$ 1,5 bilhão entre os gastos do governo e a receita dessas companhias.

Isso significou menos R$ 100 milhões em impostos recolhidos, segundo a Receita. "Nós acreditamos que essas diferenças decorrem efetivamente de erro no preenchimento.

Não nos parece normal que alguém que queira sonegar vá sonegar as vendas feitas para o governo federal ou as vendas do Sicobe, que é uma informação que nós recebemos", disse. Empresas e entidades alertadas têm até novembro para regularizar sua situação.

Elas psgarão juros pelo atraso no recolhimento de impostos, mas ficarão livres da multa de 75% cobrada sobre o impostos sonegados.

A partir de dezembro, a Receita começará a fiscalizar as instituições que não corrigirem suas declarações.

AÇÃO PILOTO

Em maio, a Receita fez uma ação piloto para testar o Programa Alerta. O órgão mandou avisos para 4 mil empresas que fazem suas declarações no sistema de lucro presumido.

Nesse sistema, a empresa paga o imposto sobre uma estimativa do seu lucro e não sobre os ganhos de fato auferidos.

A Receita havia identificados R$ 922,4 milhões de impostos não recolhidos, possivelmente por erro do contribuinte.

Do total alertado, 15% corrigiram suas declarações e pagaram mais R$ 122 milhões. Outros 13% modificaram suas declarações para tentar se encaixar nos critérios do sistema, no que foi avaliado como tentativa de fraude pela Receita.

Essas empresas estão agora sendo fiscalizadas pelo órgão.

Fonte: Uol.

Tributos afugentam empresa.

Burocracia e taxas do sistema tributário assustam investidores de fora, que desistem de fazer investimentos no país.


Receita Federal diz que faz melhorias e estuda mudanças para elevar a competitividade do país e simplificar modelos.

Empresas estrangeiras interessadas em investir no Brasil encontram dificuldades para entender como funciona o sistema tributário.

Empresas estrangeiras interessadas em investir no Brasil encontram dificuldades para entender como funciona o sistema tributário.

"Uma empresa de 'trading' de commodities encerrou as negociações com o Brasil por conta dos tributos. No último ano, sete empresas que iríamos assessorar não entraram no Brasil", diz Rejiane Prado, sócia do escritório Emerenciano, Baggio e Associados.

Dois negócios para os quais o escritório de Rejiane prestava serviços tiraram o parque industrial do Brasil.

"Elas [empresas] acharam mais barato fazer o produto fora e importar depois."

O presidente do IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário), João Olenike, acredita que a desoneração tributária sem aumento da base de cálculo e sem a criação de novos tributos pode ser feita aos poucos.

Para compensar a eventual perda de arrecadação, os cofres públicos poderão contar com impostos recolhidos por empresas que sairão da informalidade e com investimentos estrangeiros que, segundo ele, devem aumentar consideravelmente.

COMPLEXO E DELICADO

A cobrança dos tributos no Brasil é delicada porque não garante segurança jurídica às empresas. Um mesmo fato gerador pode ser tributado pela União, pelo Estado e pelo município ao mesmo tempo.

O professor de direito tributário da PUC Fábio Soares de Melo considera o sistema complexo porque as "obrigações de apuração que seriam do fisco têm sido transferidas para o contribuinte".

A instabilidade da legislação permite que tributos sejam aumentados de um dia para o outro, o que gera incerteza no investidor. Cerca de 30 normas tributárias são editadas por dia no país.

"O sistema tributário brasileiro tem problemas como todos do mundo. A Constituição de 1988 é muito analítica, entra em muitos pormenores e confunde regras como se fossem princípios", diz Everardo Maciel, ex-secretário da Receita Federal.

Outra marca da tributação empresarial é o recolhimento de impostos sobre o faturamento, e não sobre o lucro.

"As empresas pagam por ano R$ 14,7 bilhões em juros pelo buraco entre o pagamento de tributos e o recebimento de vendas", diz José Ricardo Roriz, diretor da Fiesp.

"O produto brasileiro perde competitividade com produtos menos taxados", afirma o dirigente industrial.

OUTRO LADO

O secretário da Receita Federal, Carlos Barreto, discorda da avaliação de que o Brasil possui o pior sistema tributário da América Latina, mas afirma que são necessárias melhorias.

Diz estar "promovendo simplificações e desonerações tributárias, para ampliar a competitividade da indústria nacional, além de incentivos aos investimentos e às regularizações de empresas".

Cita ainda "a desoneração paulatina da folha de pagamento".

Fonte: Folha de S.Paulo.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

RECEITA evita parcelamentos a maus pagadores.

A Receita Federal está montando uma estratégia para evitar que maus pagadores se beneficiem dos parcelamentos de débitos oferecidos pelo Fisco

A Receita Federal está montando uma estratégia para evitar que maus pagadores se beneficiem dos parcelamentos de débitos oferecidos pelo Fisco.

O subsecretário de Arrecadação e Atendimento da Receita Federal do Brasil, Carlos Roberto Occaso, informou hoje que, em breve, serão anunciados novos critérios de negociação para contribuintes com dívida tributária.

O número de parcelas será de acordo com a capacidade financeira das empresas.

O parcelamento ordinário, oferecido atualmente pela Receita, permite que os contribuintes paguem os débitos em até 60 meses.

Esse prazo passará a ser o limite de parcelas. "Muitos contribuintes usam o parcelamento ordinário para postergar o pagamento de tributos.

Estamos montando um sistema para análise de condições de pagamento.

Não vamos conceder parcelamento em 60 meses de forma indiscriminada. Vamos dar no tamanho exato da necessidade da empresa", explicou Occaso.

Segundo ele, o parcelamento de débitos desestimula o pagamento voluntário de tributos e gera uma concorrência desleal com as empresas que pagam regularmente seus tributos.

O problema é agravado pelos programas especiais de parcelamento de débitos aprovados pelo Congresso Nacional. Estes programas geraram uma legião de viciados em parcelamentos.

Os contribuintes aderem aos programas, pagam a primeira parcela para receberem Certidão Negativa de Débito (CND) e depois os abandonam. Com a CND, as empresas podem participar de licitações públicas e contratar financiamentos em bancos oficiais.

Dos 577,9 mil contribuintes que aderiram ao Refis da Crise, somente 212,4 mil continuam no programa. O débito parcelado é de R$ 174 bilhões, mas o valor seria superior a R$ 1 trilhão se não houvesse desistências.

O programa foi criado pelo Congresso em 2009, no auge da crise financeira internacional, para ajudar empresas com dificuldades de capital de giro.

No entanto, como a Receita demorou um ano para concluir a adequação dos sistemas, somente em meados deste ano que o contribuinte foi chamado para calcular o valor real das parcelas. Eles estavam recolhendo um valor irrisório para se manterem no programa.

"O balanço indica uma intenção dos contribuintes em obter os benefícios, como a CND, mas se conclui que eles não tinham interesse em concretizar suas dívidas.", afirmou Occaso.

Os dados da Receita mostram que é elevado o porcentual de empresas que abandonam os programas depois do pagamento da primeira parcela, exigida para a regularização da situação tributária do contribuinte.

Também há uma migração grande de um programa para outro criado posteriormente.

A cada três anos, a partir de 2000, o Congresso aprovou um novo programa de parcelamento. No primeiro Refis, há onze anos, 129 mil empresas aderiram, renegociando um débito de R$ 94,5 bilhões.

No entanto, somente 12,6% desse valor continuam sendo pagos. Mais de 80% das empresas foram excluídas do programa por falta de pagamento ou por migração para os programas seguintes.

No Paes, aprovado em 2003, 282 mil empresas e 92 mil pessoas físicas parcelaram R$ 69,1 bilhões. Apenas 12,4% do débito continuam sendo pagos.

No Paex, de 2006, o índice é ainda menor. Apenas 6,7% da dívida consolidada, de R$ 37,8 bilhões, estão em dia.

O último programa foi o Refis da Crise."Isso indica claramente que os parcelamentos especiais, na verdade, estão sendo utilizados como rolagem de dívida e protelação de pagamento.

A cada parcelamento há um número maior de devedores.

Por isso, do ponto de vista técnico, os parcelamentos especiais se mostram absolutamente inadequados como instrumento de solução de passivo tributário", avaliou.

Apesar do vício dos parcelamentos, eles têm ajudado a reforçar a arrecadação federal. Este ano, até 20 de setembro, as receitas extras com o Refis da Crise foram de R$ 14,3 bilhões.

A expectativa da Receita é que mais R$ 1,2 bilhão entre por mês nos cofres públicos com o pagamento das parcelas do Refis da Crise.

Fonte: Receita Federal do Brasil.

Nota Fiscal Paulista.

Perguntas e respostas da nota fiscal.


1- Como o recurso da Nota Fiscal pode ser usado?
Pode ser depositado na conta do contribuinte ou abater o IPVA até 31 de outubro.

2- O que é preciso informar para obter os créditos?
CPF ou CNPJ e a senha no site nfp.fazenda.gov.sp.br.

3- Por quanto tempo é possível utilizar o dinheiro?
Fica disponível por cinco anos.

4- Não sou cadastrado, mas já pedi notas no meu nome. Posso obter créditos?
Sim, mas é preciso efetuar cadastro no site da Nota Fiscal.

5- De onde vêm os recursos da Nota Fiscal?
O dinheiro é uma distribuição aos consumidores de 30% do ICMS recolhido pelo comércio.

Mais dúvidas, entre em contato (11) 3221-3631 ou me escreva contato@turanoerodrigues.com.br

Nota Paulista libera R$ 829 mi a contribuintes.

Crédito referente às compras do 1º semestre pode ser usado para pagar o IPVA de 2013.


Os consumidores de São Paulo que participam do programa Nota Fiscal Paulista já podem resgatar o crédito referente às compras do primeiro semestre deste ano.

O governo do Estado liberou nesta semana R$ 829 milhões para os contribuintes. Para resgatar o dinheiro, basta informar uma conta bancária no site do programa (nfp.fazenda.sp.gov.br).

A conta deve ser da mesma titularidade do participante.

Também é possível usar o valor para abater ou quitar o IPVA de 2013. Segundo a Secretaria Estadual da Fazenda, essa opção estará disponível até 31 de outubro.
Ou seja, quem pedir o resgate nos meses seguintes só poderá pedir a transferência para uma conta bancária.

A opção pelo IPVA só vale se o veículo estiver no nome do participante do programa.

Para pedir o resgate, é preciso informar o CPF ou CNPJ e a senha cadastrada e solicitar a opção desejada.
O crédito fica à disposição por cinco anos. O valor é creditado na conta uma semana após o pedido de resgate.

O valor liberado agora é inferior ao da última liberação, de R$ 921 milhões, em abril de 2012. A secretaria afirma que o montante no primeiro semestre costuma ser maior porque concentra as compras de fim de ano.

A Nota Fiscal Paulista distribui até 30% do ICMS recolhido pelo comércio aos consumidores de São Paulo que pedem o documento fiscal e informam o CPF ou o CNPJ no ato da compra.

Os participantes também podem concorrer a prêmios mensais em dinheiro. Cada R$ 100 em compras dá direito a um cupom para o sorteio.

Fonte: Folha de S.Paulo.

quarta-feira, 3 de outubro de 2012

Saiba resolver pendências para ter a restituição do IR.

Quem declarou o IR (Imposto de Renda) deste ano até o fim de março, mas ainda não recebeu a restituição deve consultar a situação de sua declaração pelo site da Receita Federal, pois deve ter caído na malha fina.


A Receita tem feito pagamentos recordes para antecipar as restituições e colocar mais grana na economia.

Assim, todos os contribuintes com mais de 60 anos e também os que enviaram a declaração até o final de março já receberam a restituição no terceiro lote, liberado anteontem pelo órgão.

Quem não recebeu deve verificar se há pendências.

A principal recomendação para o contribuinte que ainda não foi incluído nos lotes de pagamento é acessar o extrato da declaração para verificar se foram identificadas falhas.

No caso de dúvidas, me liga (11) 3221-3631 ou me escreva contato@turanoerodrigues.com.br

terça-feira, 18 de setembro de 2012

Prêmio Simples Nacional e Empreendedorismo.

Divulgado o resultado da 2ª edição do “Prêmio Simples Nacional e Empreendedorismo” - 06/09/2012.


A Comissão Julgadora da 2ª Edição do “PRÊMIO SIMPLES NACIONAL E EMPREENDEDORISMO”, instituído pela Resolução CGSN nº 80, de 14 de dezembro de 2010, e regulamentado pela Portaria CGSN/SE nº 6, de 02 de dezembro de 2011, decidiu pela premiação dos seguintes trabalhos:

Categoria 1 - Profissionais:

1º Lugar: R$ 15.000,00

Autor: KALINKA CONCHITA FERREIRA DA SILVA BRAVO
Título: O NÃO FAVORECIMENTO DOS MICRO E PEQUENOS COMERCIANTES EM OPERAÇÕES SUJEITAS À SUBSTITUIÇÃO TRIBUTÁRIA PROGRESSIVA DO ICMS: PROBLEMA, PESQUISA E ADEQUAÇÃO.

2º Lugar: R$ 10.000,00

Autores: DEMETRIUS DE MOURA SOARES E LUÍS FERNANDO RETTIG
Título: REDUÇÃO DE OBRIGAÇÕES ACESSÓRIAS NO REEMBOLSO DAS EMPRESAS OPTANTES PELO SIMPLES NACIONAL.

3º Lugar: R$ 5.000,00

Autor: FRANCISCO DE ASSIS SOARES DE OLIVEIRA
Título: O PROCESSO ADMINISTRATIVO TRIBUTÁRIO E O SIMPLES NACIONAL: UM OLHAR CRÍTICO SOBRE OS RITOS PROCESSUAIS ADOTADOS NO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE.


Categoria 2 – Estudantes de Graduação (único classificado):

1º Lugar: R$ 7.500,00

Autor: PAULA CAROLINE GABRIEL
Título: REGIME DE TRIBUTAÇÃO MAIS VANTAJOSO PARA ABERTURA DE UMA EMPRESA NO RAMO DA COMUNICAÇÃO DIGITAL: SIMPLES NACIONAL OU LUCRO PRESUMIDO.

Oportunamente serão divulgadas as demais informações sobre a entrega dos respectivos prêmios.

SECRETARIA-EXECUTIVA DO COMITÊ GESTOR DO SIMPLES NACIONAL

Fonte: Receita Federal do Brasil.

sexta-feira, 31 de agosto de 2012


Entenda a Lei Rouanet!


A lei Rouanet foi promulgada pelo Governo Federal em 1991 para incentivar a aplicação de recursos de empresas e pessoas físicas em projetos culturais.
A lei possibilita o abatimento de 4% do Imposto de Renda devido pelas empresas e 6% da pessoa física. Somente projetos aprovados pelo Ministério da Cultura e publicados no Diário Oficial são contemplados por este beneficio.
A Lei enquadra os Projetos em dois artigos:
No artigo 26 o abatimento do Imposto de Renda é no valor de 30% do valor do Patrocínio e o restante é investimento.

No artigo 18 o abatimento no Imposto de Renda é de 100% do valor do Patrocínio sem nenhum investimento. 
Me liga 3221-3631 ou me escreva contato@turanoerodrigues.com.br